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My dearest

Nowhere can be prettier than you,

because you live in my heart.

And I still cannot see our pictures together,

because it makes me realise how distant we are now.

And all the greens that I see remind me of you,

all those people with their unusual clothes,

and the cats with their well-known faces,

everything, everywhere,

now and again I fell terribly sad,

because I miss you.

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Saudade

E foi-se o tempo que queríamos fazer um mural de fotos juntos, só nosso. Que ir pra qualquer lugar desde que juntos nos faria felizes, simplesmente. O tempo passou, complicou a gente, mudou pequenas coisas que fazem da gente algo de diferente e estranho pra nós. E permanecemos juntos, pois a lembrança dos bons tempos, das risadas, da mesa compartilhada, tudo, ainda nos faz ficar juntos. Mas talvez não passemos ao próximo passo, talvez sim, possa estar enganada, mas cada vez que temos algum atrito nos sinto tão distantes, que não sei mais.

E entrei no flickr que fiz, pensando em fazer o nosso e acabei fazendo o meu com algumas coisas da gente. E me deu saudade de tantas coisas, muita saudade de você. Saudade que a gente sente de gente que não se vê mais, ou por que não tem jeito mesmo ou por que a vida nos separou prematuramente. E fiquei assim, me sentindo exatamente o que sou, um grão de areia num infinito, minúscula, diminuta, insignificante.

Ih passou!

A vida passou e nem vi! Volta que quero fazer tudo de novo.

Here we go again…

Com dor de cabeça acordei e tentei dormir novamente, mas não consegui. Havia sido tudo ótimo até…. Não sei por que, talvez saiba. Tentei fazer algo bom e não consegui, não pensei direito e fiz mesmo assim. Hoje gostaria de não ter feito, mas já foi. Minha dor de cabeça piorou, tomei um remédio e com ele gostaria que outras coisas também se fossem, mas não foram. Por vezes boas intenções, se impensadas, são besteiras desagradáveis. Me desculpe.

Ã?

Me diga frases completas! Por favor.

It happened

Sabe aquele sonho que sonhei, pois é aconteceu. Não sei se estava dormindo ou acordada, olhos abertos ou fechados, só sei que foi assim. Assim que te contei ele já estava ali, real, sendo enquanto eu era, sem saber ao certo aonde estava e vivendo, mas vivia. E foi assim que caminhei e terminei minha vida, como num sonho, da maneira que sempre quis, da forma como deveria ser, feliz comigo mesma.

Promessas, palavras

A música é certa quando diz que “tristeza não tem fim, felicidade sim”. Tenho sempre a impressão de que a tristeza perdura mais do que a felicidade, mas não sei o por que disso.

Essa noite eu não dormi. Escutei você chegando, ou saindo outra vez. O telefone desligado. Devo ser mesmo insuportável. Insuportável de se ouvir, de se entender, dura como pedra, crua como carne. Sincera demais, reta demais. O que me prometem, normalmente eu quero, cobro e espero que aconteça, principalmente se a promessa tiver sido feita por livre e espontânea vontade. E não sei também por que as pessoas insistem em prometer o que não sabem se irão cumprir, ou simplesmente não fazem o mínimo de esforço para cumprirem e quando o fazem jogam na sua cara constantemente, só para mostrar o sacríficio que fazem para ficarem do seu lado.

Ficar do lado de alguém que você gosta exige sacríficio? Você realmente gosta dessa pessoa? Pois penso que se você gosta, o que você faz para ficar com ela não será sacríficio e caso realmente o seja, o objetivo era ficar junto não era? Então por que jogar na cara da pessoa? Nâo entendo. Tudo o que já fiz e farei para ficar do seu lado eu não falo, não comento, não me importa mais a partir do momento que estou com você, por que era só isso que eu queria, agora já não sei mais. Já não sei mais de nada. Não tenho esse poder, afinal a única coisa que te prometo é o meu amor, não posso te prometer mais nada. E acho que isso não tem sido o suficiente pra você.

Me desculpe se sou dura, carne crua, talvez rasa demais, ou melhor, um livro aberto, uma mala escancarada, alguém que você bate o olho e já saiba dizer tudo, se estou triste, feliz, emburrada, preocupada. E quando quero, ainda digo o que me incomoda, o que não gosto, afinal eu acreditava na gente, eu quero que a gente dê certo, que a gente melhore, que a gente volte a sonhar juntos. Mas não sei mais de nada. Só essa dor no meu corpo, esse nó na garganta que grita pra mim tantas coisas que eu gostaria de te dizer mas que não sei se você quer ouvir. A gente se cansa de dizer e de ouvir as mesmas coisas né, por que será que elas se repetem então já que elas sempre nos incomodam?

Promessas ao vento? Palavras em vão? Não sei mais em que acreditar.